A Carta do Setor Norte, elaborada no Ano 791, tem sido o mapa operacional utilizado para todo o planeamento das rotas do norte e para a avaliação das fronteiras ao longo de dezoito anos. Três equipas de levantamento independentes, destacadas separadamente entre os Dias 201 e 288 do Ano 809, regressaram com observações de campo que contradizem a carta em três locais distintos.
A primeira contradição diz respeito à localização da linha de demarcação da fronteira norte. A carta oficial situa a linha na crista de granito. Todas as três equipas encontraram a crista na posição correta, mas os marcos de fronteira estavam deslocados — não estavam danificados nem removidos, mas encontravam-se em posições que não correspondem à carta. O deslocamento é consistente em todos os três levantamentos. Os marcos estão onde estão. O mapa indica que deveriam estar noutro local.
A segunda contradição diz respeito a um curso de água indicado na carta oficial, que se estende para nordeste a partir do Marco 14. Esse curso de água não existe. O terreno onde está indicado não apresenta qualquer depressão, leito ou indício de movimento histórico de água. Uma equipa de levantamento passou dois dias à procura dele. Não existe.
A terceira contradição diz respeito a umXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXassinalado no mapa com uma anotação que ficou parcialmente ilegível devido a danos causados pela água. O elemento que descreve está presente no terreno. A anotação, se fosse possível lê-la, poderia explicar as outras duas contradições. Não é possível lê-la.